Os dois métodos resolvem a mesma dor — tirar o papel do ponto — mas respondem perguntas diferentes. O QR Code responde "onde"; o facial responde "quem".
Comparativo
| Critério | QR Code | Reconhecimento facial |
|---|---|---|
| Confirma a pessoa | Não | Sim |
| Confirma o local | Sim, se o código for fixo e protegido | Com geolocalização |
| Risco de colega marcar | Alto | Baixo |
| Custo | Muito baixo | Baixo em app; médio em totem |
| LGPD | Dado comum | Dado sensível |
| Velocidade | Rápida | Rápida |
O ponto fraco de cada um
O QR Code impresso vira foto no grupo da equipe em pouco tempo. O facial depende de boa iluminação e de um cadastro bem feito. Por isso, o mais comum é o facial com geolocalização — o que chamamos de rosto, hora e lugar.
Como escolher
- Problema de ponto batido por outra pessoa: facial.
- Problema de marcação fora do local: geolocalização, com ou sem QR Code.
- Os dois problemas: facial + geolocalização.
- Lei 13.709/2018 (LGPD), arts. 5º e 11Dado biométrico é dado pessoal sensível.
- Portaria MTP 671/2021 (texto compilado)Modalidades REP-C, REP-A e REP-P, comprovante de registro, AFD e atestado técnico.
Perguntas frequentes
QR Code no ponto é fácil de fraudar?
Sozinho, é. Basta uma foto do código para marcar de outro lugar ou por outra pessoa. Combinado com geolocalização e foto, o risco cai bastante.
Reconhecimento facial precisa de consentimento?
A LGPD trata biometria como dado sensível. No contexto do ponto, a base mais usada é o cumprimento de obrigação legal, mas a empresa deve informar a finalidade, limitar o uso e proteger os dados.






