Vários canteiros, muitos terceirizados e nenhuma certeza de quem está na obra
Canteiro não tem relógio de ponto, não tem sinal e o pessoal muda de obra toda semana. A Timefy prova quem esteve em qual obra, com GPS e cerca virtual. Funciona offline e vale como prova na audiência.
Você já viveu pelo menos um destes
'Bateu ponto', mas nunca chegou na obra
O ajudante marca entrada no bairro dele e chega 2h depois. Sem GPS na batida, você paga essas 2h.
Empreiteiro cobra por 12 homens, mandou 9
A medição bate com a lista da terceirizada, não com quem entrou no portão. Você paga homem que não apareceu.
Ação trabalhista 3 anos depois
Ex-pedreiro alega 4h extras por dia em obra já entregue. Sem registro válido, a versão dele vira sentença.
Por que o ponto na obra é diferente
Canteiro não é escritório. A turma começa 7h em um endereço que muda na semana seguinte, quase sempre em área sem sinal. Relógio de ponto físico só fecha a conta em obra grande e longa: nas demais, vira equipamento parado no container ou fila de 15 minutos no portão — tempo à disposição do empregador, segundo o TST, e hora extra na sua folha.
A rotatividade piora tudo. Ajudante entra hoje, sai em dois meses e volta em outra obra no semestre seguinte. Cada admissão exige cadastro novo, e o RH não consegue estar em três canteiros no mesmo dia. Com terceirizados o buraco cresce: a empreiteira cobra por 12 homens e você não tem como provar quantos entraram.
O risco é caro e concreto. Periculosidade, insalubridade, hora extra, DSR e intervalo intrajornada dependem de registro confiável. Sem ele, vale a jornada que o ex-colaborador alegar — e em obra entregue não há encarregado para testemunhar. Batida com GPS, foto e carimbo de tempo imutável inverte o jogo: você entra na audiência com prova, não com memória.
Feito para a rotina do seu setor
- Cerca virtual (geofencing) por canteiro, com raio ajustável
- Múltiplas obras autorizadas por colaborador, com histórico por endereço
- Marcação offline: registra no celular e sincroniza quando pegar sinal
- Registro de terceirizados com controle de acesso por empreiteira
- Prova de presença com coordenadas + biometria + carimbo de tempo imutável
- Espelho de ponto por obra, pronto para fiscalização do MTE e do Ministério Público
O que mais usam neste setor
Sem celular compatível? O totem resolve.
Nem todo colaborador tem — ou quer usar — o próprio celular para bater ponto. O totem de reconhecimento facial é o ponto fixo da operação: na entrada, na recepção, no refeitório ou no canteiro. Chegou, olhou para a tela, batida registrada em segundos com foto, hora e local.
Os 4 imprevistos que o totem cobre
Celular quebrado
Tela trincada ou aparelho na assistência: o turno começa igual.
Celular perdido ou roubado
Até repor o aparelho, o registro continua no totem.
Esquecido em casa
Sem ligação para o RH e sem marcação ajustada na mão.
Sem bateria no fim do turno
A saída é registrada na hora certa, não de memória.
Quem tem celular continua batendo pelo app, quem não tem usa o totem — mesmo sistema, mesmo espelho de ponto, mesmas regras de jornada. Sem aluguel de celular pessoal, sem crachá emprestado e sem folha de papel na portaria.
- Registro facial em segundos, sem crachá, senha ou digital
- Ideal para operação, chão de fábrica, obra, loja e recepção
- Mesma base de dados do app: um único espelho de ponto
- Contratação opcional, por unidade, conforme a sua necessidade
14 dias grátis, sem cartão. O totem é opcional e pode ser contratado depois, por unidade.

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14 dias grátis, sem cartão de crédito. Suporte humano em português e migração assistida dos seus dados atuais.